segunda-feira, 25 de abril de 2011

Cortes de Cabelos Inverno 2011


Os cortes de cabelo como nós sabemos a cada estação do ano há uma mudança, sempre mudando o tamanho, formato, e muito mais. Neste Inverno 2011 os cortes de cabelos feminino sempre vão ser comentados até mesmo usados pelas celebridades, é onde aparece a nova moda, geralmente mulheres buscam entre mulheres famosas as tendências a serem usadas a cada estação do ano.
Os cortes de cabelos feminino inverno 2011 ja podem ser destaques nas passarelas do Brasil e Internacionais, e algumas dicas a serem seguidas é a ousadia dos cortes, muitas mulheres buscam sempre inovar, mas para isso precisa da ousadia, e nem sempre todas tem isso, por isso fica uma dica, se quer usar um cabelo diferente do seu atual, tenta sempre mudar ele aos poucos, até chegar no corte e modelo ideal.
Existem vários tipos de cortes de cabelo que podem ser citados que irão ser moda nesse inverno 2011, como os cortes assimétricos, cortes de cabelos curtos, repicados e desfiados, até mesmo os cabelos com mechas irão ser tendência nesse inverno, vamos mostrar algumas fotos de cortes de cabelos inverno 2011, que vão ser usados nessa estação, confira.





Mais uma tendência para o inverno 2011.

Uma delas vai ser a bota de cano longo, ou então conhecida como Over The Knee, ela é indicada para mulheres altas  e de pernas finas (no meu caso não ficaria nada bem…rs), mas nas fotos vou mostrar pra vocês que ela fica super bem em outros biotipos também, pois meninas de mais baixinhas podem usar com vestidos de comprimento que vão quase à altura do cano da bota, deixando apenas um breve espaço de pele a mostra, para disfarçar as coxas grossas. Ah, uma dica, escolha botas de cores sóbrias e escuras.






Novidade!

Le Lis Blanc abre sua loja virtual com muitas novidades // Online Store.

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Mulher Elática Inverno 2011

Já estava esquecendo galerinha, amei também o catálogo de Inverno Mulher Elástica.
Já uso e recomendo essa marca é aqui de Londrina,  A coleção Inverno 2011 está linda, com peças fitness,passando ao streetwear, peças confortáveis e super modernas que somente a MULHER ELASTICA tem!!!

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Tendências Outono/Inverno 2011

Olá Galerinha !
Resolvi começar a postar algumas tendências do Outono/Inverno 2011


Que produção deliciosa, não? O vestidinho, vindo diretamente dos dias quentes, entra na temporada outono/inverno acompanhado por cardigã alongado, cinto, meia fina e botinha

Amei!


E falando em Cardigã...  que é charmoso e está super em alta, ninguém duvida, mas muitas meninas não curtem a peça por acharem que parece ter vindo diretamente do armário da vovó. Mas não é bem assim. Dá pra modernizar o cardigã e isso é mais fácil do que parece. Querem ver?

 


Umas das Marcas que está investindo pesado em publicidade é a C&A. A garota-propaganda da marca é ninguém menos do que a nossa Gisele. Ela vai assinar três coleções para a C&A em 2011. A primeira, que será vendida a partir de 28 de abril,  tem como inspiração o estilo urbano e sofisticado da über model. Confiram algumas fotos dos bastidores:





segunda-feira, 14 de março de 2011

Descubra: Sol causa dos problemas?

Assista este vídeo do Youtube e entenda: Os segredos do Sol.

http://www.youtube.com/watch?v=fUoAJY7QFlE

Tropa de Elite 2 - Filme mostra a triste realidade, leia e veja só isso...

Secretaria afasta policiais de UPP após confusão no Morro dos Macacos

Cinco pessoas ficaram feridas e cinco foram detidas após tumulto, diz Seseg.
Segundo morador, comunidade revoltada tombou e apedrejou carros.

A ação de quatro agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio, em uma festa no alto da favela causou a revolta de alguns moradores da comunidade na madrugada desta segunda-feira (14).
Segundo um morador que não quis se identificar, por volta da meia-noite de segunda, foram ouvidos gritos e tiros vindo da Rua Corrêa de Oliveira, um dos acessos à favela. Policiais da UPP foram deslocados para o local a fim de garantir a segurança da região.
Procurada pelo G1, a Secretaria de Segurança Pública (Seseg) informou que quatro soldados da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), do Morro dos Macacos, estão sendo ouvidos na Corregedoria da Polícia Militar por terem se envolvido numa confusão com um grupo que participava de uma festa na madrugada desta segunda-feira.
De acordo com a Seseg, os policiais efetuaram três disparos, após terem sido agredidos por alguns dos participantes da festa, que estava sendo realizada na Rua Silva Pinto, esquina com Rua Corrêa de Oliveira. Ainda segundo a Secretaria, cinco pessoas foram feridas sem gravidade por estilhaços de vidro provocados por um dos disparos. Já um soldado foi ferido na mão, após ter sido agredido com uma garrafa, informou a polícia.
A Secretaria disse ainda que cinco pessoas foram detidas e encaminhadas para a 20ª DP (Vila Isabel). De acordo com o delegado da 20ª DP (Vila Isabel), Rodolfo Waldeck Penco Monteiro, os cinco foram detidos sob suspeita de desacato e liberados nesta segunda-feira.
A informação sobre o tumulto foi passada por leitores por meio do VC no G1.
'Fora UPP', gritaram manifestantes
De acordo com o morador, assim que os agentes deixaram o local, um grupo de 30 pessoas desceu a rua gritando palavras de ordem. "Eles desceram gritando 'Fora UPP', portando paus e pedras, e as tacando contra carros que estavam estacionados", disse ele.
Carro foi tombado por moradores revoltados no Morro dos Macacos (Foto: E. Russo/Vc no G1)Moradores ficaram assustados com o teor da
manifestação (Foto: Vc no G1)
Ainda de acordo com os moradores, os manifestantes tombaram dois carros que estavam abandonados nas ruas Senador Nabuco e Souza Franco, respectivamente.
"Já era tarde da noite e várias pessoas desceram assustadas, querendo saber o que tinha acontecido", contou o morador, que disse ainda que este é o primeiro tumulto deste tipo na região. "Desde a UPP, é a primeira vez que vejo acontecer algo assim."
Policiais ficarão afastados
A Secretaria de Segurança Pública informou ainda que durante as investigações, os policiais ficarão afastados de suas funções. O comandante de Polícia Pacificadora, coronel Robson Rodrigues, esteve no local, durante a madrugada.
"Houve erros de ambas as partes. Os policiais foram agredidos, mas o policial de UPP é treinado para usar outros métodos de mediação de conflito que não o tiro por arma de fogo", disse o coronel.
Ainda segundo a Secretaria, os policiais foram ao local, atendendo a solicitação de outros moradores, para pedir que o som da festa fosse reduzido.
Confursão na Cidade de Deus
Na última sexta-feira (11), os policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, flagrados por um fotógrafo morador da comunidade fazendo disparos para o alto durante um tumulto numa festa na comunidade, foram afastados de suas atividades.

Segundo a PM, eles foram identificados nas imagens registradas. O caso ocorreu na madrugada de quarta-feira de cinzas (9), durante uma festa de carnaval. Segundo o fotógrafo, um dos PMs chegou a quebrar a máquina fotográfica com a qual ele registrava a confusão.

Visita de Obama é chance para destravar negociações Brasil-EUA

Algodão, laranja e etanol são temas que seguem sem consenso.
Indústria brasileira reivindica correção do déficit da balança comercial.

A visita de Obama é vista como uma oportunidade de avanços no comércio entre Brasil e Estados Unidos. Embora não exista nenhuma sinalização por parte do governo norte-americano de compromisso em relação a reivindicações como redução de tarifas, retirada de medidas antidumping e fim de subsídios no setor agrícola, o encontro com a presidente Dilma Rousseff, com a esperada assinatura de acordos bilaterais, marca uma nova etapa no relacionamento entre os dois países.
“A visita por si só demonstra um desejo de reaproximação, sobretudo em termos políticos, uma vez que Obama não escondeu que não gostou da posição brasileira em temas como Irã e Honduras”, afirma Mario Antonio Marconini, presidente do conselho de relações internacionais da Fecomercio-SP.
Para Eduardo Fonseca, diretor de relações governamentais da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Ancham), ainda que a visita se restrinja a memorandos de entendimento, serão abertos caminhos para uma agenda concreta de negociações comerciais. “O Brasil é o único país entre as dez maiores economias que não tem nenhum tipo de acordo formal com os Estados Unidos nas áreas de comércio, investimento e tributos. Portanto, a agenda para avanço é muito grande.”
Obama desembarca em Brasília no próximo sábado (19), acompanhado pela primeira-dama, Michelle, e pelas filhas Sasha e Malia, além de uma comitiva que deve reunir cerca de mil pessoas. Em sua primeira viagem oficial ao Brasil, Obama participará de almoço no Itamaraty e de jantar no Palácio da Alvorada. No domingo, no Rio, visita uma Unidade de Polícia Pacificadora em uma comunidade e discursa em público na Cinelândia, no Centro da cidade.
A pauta oficial do encontro entre Obama e Dilma ainda não foi divulgada. De acordo com o Itamaraty, o Brasil negocia acordos nas áreas de comércio, investimentos, energia, defesa, ciência e tecnologia, inovação, cooperação espacial, educação, cultura e combate à discriminação racial. Os textos dos tratados, porém, ainda não foram fechados.
comércio Brasil-EUA (Foto: Editoria de Arte/G1)
Dentre os temas na mesa, o comércio se destaca como o que mais provoca disputas entre os dois países. Apesar das últimas vitórias contra os Estados Unidos na Organização Mundial do Comércio (OMC), como no caso do algodão, do suco de laranja e de produtos siderúrgicos, o Brasil continua enfrentando diversas barreiras para colocar seus produtos no mercado norte-americano, sobretudo os de origem agrícola. Exportações de carne bovina, suína e frango “in natura”, por exemplo, são proibidas.

Para complicar a equação, o Brasil vem registrando um crescente déficit comercial com os EUA, que já foi o principal parceiro do país e hoje representa o 2º principal destino das exportações, atrás da China. Em 2010, o desequilíbrio entre compras e vendas para os norte-americanos subiu 75% – de US$ 4,43 bilhões para quase US$ 7,73bilhões. O Brasil é o 8º destino das exportações dos EUA (Veja tabela acima).

O diretor de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp, Ricardo Martins, lembra que há 10 anos, os EUA respondiam por quase um quarto das exportações brasileiras. “Com a valorização do real, o descompasso se agravou e a competição ficou ainda mais difícil”, afirma.
“O Brasil é o único pais entre as 10 maiores economias que não tem nenhum tipo de acordo formal com os Estados Unidos nas áreas de comércio, investimento e tributos"
Eduardo Fonseca,, Ancham
Ele destaca, porém, que a principal reivindicação da indústria brasileira é a renovação por parte do governo dos EUA do Sistema Geral de Preferência (SGP), pelo qual produtos manufaturados de países em desenvolvimento têm acesso privilegiado ao mercado norte-americano. No ano passado, cerca de 10% das exportações brasileiras (US$ 2,12 bilhões) se beneficiaram da isenção tarifária. Já para 2011 não há qualquer previsão, uma vez que o Senado americano não renovou o programa para o Brasil.

“O SGP atinge de madeira à eletro-eletrônicos, passando por plástico, autos, máquinas e equipamentos. Se não for renovado, o déficit comercial poderá ser ainda maior neste ano”, alerta Martins.

De acordo com Marconini, as exportações para os EUA dentro do programa já chegaram a somar US$ 5 bilhões no começo da década passada. “Essas vendas brasileiras não representam 1% das importações americanas, mas todo assunto de comércio exterior está hoje na mão do Congresso dos EUA, que é extremamente protecionista”, afirma.

O professor de relações internacionais da ESPM, Corival Alves do Carmo, lembra que o lobby em defesa dos subsídios é muito forte no congresso americano. E dadas as dificuldades atuais de Obama no Congresso, com os Republicanos dizendo que suas grandes vitórias nas eleições de novembro, os autorizam a exigir cortes maiores no Orçamento, é difícil imaginar que Obama possa tomar qualquer passo que seja interpretado como uma grande concessão ao Brasil. "Entre a política interna e externa, os interesses internos tendem sempre a prevalecer", afirma Carmo.
Ele destaca que a maior parte das exportações para o país é de produtos manufaturados básicos, diferentemente do que ocorre nas vendas para a China. Em 2010, os produtos mais vendidos para os EUA foram óleos, café, pastas químicas, ferro fundido e parte de motores para veículos. “É no mercado americano que o Brasil consegue exportar suas manufaturas, de maior valor agregado, por isso é tão importante", afirma.
Histórico de disputas
O Brasil tem obtido uma sequência de vitórias na OMC contra os Estados Unidos. Dos 14 contenciosos dos quais já participou, o governo brasileiro obteve seis vitórias definitivas e uma preliminar. Os demais casos foram suspensos ou encerrados por meio de acordo ou pela própria queda da prática questionada.

A mais recente vitória brasileira foi no caso do das taxas de antidumping aplicadas pelos EUA ao suco de laranja, em fevereiro deste ano. A OMC considerou ilegal a prática conhecida como “zeramento” (zeroing). Segundo o Itamaraty, a fórmula usada para sobretaxar o produto brasileiro desconsidera alguns negócios com preço maior que o de mercado, o que descaracterizaria o dumping. O caso ainda está em fase de apelação e é o único contencioso em tramitação hoje contra os EUA na organização mundial. “Eles deverão esticar o caso o máximo que puderem”, acredita Martins.
“O Brasil tem mantido a tradição de não adotar uma posição mais intransigente até mesmo para evitar alguma chance de retaliação, mas tem usado as vitórias na OMC como elemento de pressão com os EUA”
Corival Alves do Carmo, ESPM
No imbróglio mais famoso entre os dois países, a OMC autorizou o Brasil em 2009 a retaliar os EUA em US$ 829 milhões em razão dos subsídios concedidos aos produtores de algodão. Isso seria feito por meio da elevação de tarifas de importação e quebra de patentes. Mas o Brasil decidiu suspender a aplicação da medida por dois anos, ainda que não exista qualquer sinal de "retirada efetiva" dos subsídios declarados ilegais.

“O Brasil tem mantido a tradição de não adotar uma posição mais intransigente até mesmo para evitar alguma chance de retaliação, mas tem usado as vitórias na OMC como elemento de pressão com os EUA”, afirma Corival.

A vitória do Brasil no caso do algodão já gerou alguns avanços. Foi criado um fundo de apoio a programas que beneficiem a cotonicultura nacional, no valor de US$ 147,3 milhões anuais, patrocinado pelos EUA. O governo norte-americano também aceitou dar sinal verde a uma regulamentação que permita exportações de carne “in natura”, começando pela carne suína, mas as licenças sanitárias ainda não foram concedidas.

“Hoje só podemos vender carne processada. A liberação da carne suína está em discussão há um ano e até agora não se concretizou”, afirma Carlos Sperotto, da comissão nacional de relações internacionais da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). “Não queremos competir com os Estados Unidos. Num cenário de fome mundial, as fontes produtores deveriam trabalhar juntas para atender as demandas mundiais”.

Preço do álcool sobe em São Paulo (Foto: Paulo Piza/G1)Etanol que abastece grande parte da frota brasileira sofre restrição nos EUA (Foto: Paulo Piza/G1)

Outra tema agrícola de discórdia é o do subsídio americano de US$ 0,45 por galão à produção de etanol e a sobretaxa de US$ 0,54 por galão imposta ao produto brasileiro pelo Senado dos EUA. O governo brasileiro vem cobrando a substituição do milho como principal matéria-prima do etanol fabricado nos EUA, mas o assunto deve ficar de fora da pauta de Dilma e Obama, ainda mais por que o Brasil não tem dado conta sequer de suprir o mercado interno com etanol.
Acordos bilaterais
Temas específicos do comércio bilateral não deverão ser tratados diretamente no encontro entre Dilma e Obama. “Se as discussões se centrarem em torno dos contenciosos, a visita tende a ser um fracasso. Acredito que o principal objetivo da visita seja melhorar o clima da relação comercial e diminuir a tensão entre os dois países”, afirma Corival.

De mais concreto, espera-se a assinatura de um tratado de cooperação econômica e comercial (Teca, na sigla em inglês), criando um sistema de consultas permanente para que as barreiras e obstáculos burocráticos ao comércio e aos investimentos nos dois países sejam discutidos e resolvidos.

Para facilitar os investimentos, os dois presidentes também devem tratar do fim da bitributação sobre lucros e royalties. É do interesse dos países também aumentar o número de voos entre o Brasil e os Estados Unidos. Da mesma maneira que ambos os países já se posicionaram contra a desvalorização da moeda chinesa, pode haver também uma posição de convergência sobre a retomada das negociações da rodada Doha, para liberalização do comércio.
Algodão (Foto: Reprodução/Globo Rural)Algodão motivou disputa na OMC (Foto: Reprodução/Globo Rural)
“A conversa deveria ser no sentido de ‘vamos trabalhar juntos’, com o Brasil oferecendo cortes nas suas tarifas de importação, e os Estados Unidos pressionando a China e a Índia a abrirem mão dos seus subsídios agrícolas.”

Para Fonseca, da Ancham, casos pontuais do comércio bilateral só deverão ser de fato discutidos na visita que Dilma fará a Washington, em junho.

Ele ressalta, porém, que a presença de empresários e dos secretários de Energia e Comércio na delegação de Obama, demonstra o interessado dos EUA em oportunidades da área de petróleo, infraestrutura e energia renovável.

“É do interesse dos Estados Unidos estabelecer com o Brasil uma parceria estratégica do ponto de vista de energia. Como se não bastasse a tensão nos países árabes, é muito mais fácil importar petróleo do Brasil do que do Oriente Médio”, diz.

Seguro-desemprego soma R$ 20,4 bilhões em 2010 e bate recorde

Segundo Ministério, 7,4 milhões de pessoas receberam benefício em 2010.
Governo quer combater fraudes para cortar orçamento em R$ 3 bi em 2011.


O Ministério do Trabalho informou nesta segunda-feira (14) que foram pagos R$ 20,44 bilhões em seguro-desemprego no ano passado, novo recorde histórico. Na comparação com 2009, quando o pagamento somou R$ 19,5 bilhões, houve um crescimento de 4,4%.
Segundo dados do governo, 7,46 milhões de trabalhadores receberam o benefício em 2010, na comparação com 7,8 milhões no ano anterior. Os recursos do seguro-desemprego saem do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
O seguro-desemprego pode ser requerido por todo trabalhador dispensado sem justa causa, por aqueles cujo contrato de trabalho foi suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação oferecido pelo empregador; por pescadores profissionais durante o período em que a pesca é proibida devido à procriação das espécies e por trabalhadores resgatados da condição análoga à de escravidão.
O valor mínimo do seguro-desemprego é, atualmente, de R$ 545 (salário mínimo). O valor do seguro-desemprego é calculado com base nos três últimos salários de cada trabalhador. Normalmente, o prazo de pagamento é de três a cinco meses. Caso o trabalhador não tenha trabalhado integralmente em qualquer um dos últimos três meses, o salário será calculado com base no mês de trabalho completo.
Os Ministérios da Fazenda e do Planejamento informaram, ao detalhar o corte de R$ 50 bilhões no orçamento de 2011, que R$ 3 bilhões, do bloqueio total, seriam obtidos por meio de combates à fraudes na concessão do seguro-desemprego e do abono salarial.
O argumento da equipe econômica é que, com os índices de desemprego registrando níveis baixos para os padrões históricos, haveria indícios de fraudes na concessão destes benefícios. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, as despesas com o abono salarial somaram R$ 8,75 bilhões em 2010, com alta de 15,78% sobre o ano anterior.
Desde o fim do ano passado, também para combater fraudes, o governo informou que o seguro-desemprego passaria a ser concedido mais rapidamente, com cálculos feitos pelo sistema conhecido como "Homolognet". Esse sistema, de acordo com o Ministério do Trabalho, controla eletronicamente todas as fases da rescisão do contrato de trabalho, desde a elaboração do termo de rescisão até a homologação pelo Ministério.

Terremoto no Japão

Com magnitude revisada, tremor no Japão vira 4º pior da história mundial

Inicialmente, Serviço Geológico dos EUA havia avaliado o tremor em 8,9.
Tremor e tsunami causam mortes, destruição e crises nuclear e humanitária.
O Serviço Geológico dos EUA, agência americana que estuda terremotos, elevou nesta segunda-feira (14) de 8,9 para 9 a magnitude do forte tremor que atingiu a costa do Japão na sexta-feira. Agora, o terremoto subiu de sétimo para quarto na escala de intensidade da agência, empatado com o tremor de 1952 na Rússia, o de 1700 na região da Califórnia (EUA) e de 1868 no Peru.
O tremor provocou um tsunami com ondas de até 10 metros que devastou regiões litorâneas do nordeste do país, provocando muitas mortes.
O terremoto ocorreu às 14h46 locais (2h46 de Brasília), a uma profundidade de 32 km, a 178 km da cidade de Fukushima e a 373 km da capital, Tóquio.
A Agência Meteorológica japonesa também havia revisado e elevado para 9 a magnitude do tremor. Até agora, os especialistas japoneses tinham informado que a magnitude do terremoto tinha sido de 8,8.
O número oficial de mortos pelo terremoto chegou a 1.833, segundo a Polícia Nacional. Há 2.361 desaparecidas, de acordo com balanço divulgado na noite desta segunda-feira (14) pelo horário local. Mas, segundo as autoridades e a imprensa, a cifra deve subir bastante, à medida que os trabalhos de resgate, muito difíceis ainda em várias regiões, continuarem.

VALE ESTE MAGNITUDE REVISADO - Entenda o terremoto no Japão (Foto: Arte/G1)